Antropologia e colonialidade: breve antropologia de antropólogos/as da UFPE em seus ritos e experiências de aprendizagem

Autores

  • Gabriel Ferreira Brito Universidade Federal de Pernambuco
  • Hugo Menezes Neto

DOI:

https://doi.org/10.26512/2317-0344.2020.e26656

Palavras-chave:

Fato social, Mary Douglas, Teoria ator-rede

Resumo

Como a percepção da realidade é modificada pela antropologia? Para responder essa pergunta propomos um experimento: etnografar o desenvolvimento de uma disciplina de teoria antropológica em uma Pós-graduação em Antropologia de uma universidade federal. Assim, partindo da ideia de que a ciência pode ser considerada como um fato social construímos análises a partir da observação participante durante o primeiro semestre letivo de 2019 em aulas da cadeira de História e Teoria Antropológica I, que ocorria semanalmente às terças-feiras, na Universidade Federal de Pernambuco. A escrita deste artigo foi feita pelo professor e pelo aluno da disciplina, num exercício, nem sempre confortável, pensado para tencionar posições (pontos de vista) distintas e construir interpretações formuladas no encontro entre a percepção do professor e a do aluno. A hipótese de trabalho, ou pressuposto, é de que a interpretação antropológica da realidade social produz efeitos sobre a percepção, a visão de mundo, de todos os atores envolvidos.

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Publicado

08/18/2020

Como Citar

BRITO, Gabriel Ferreira; NETO, Hugo Menezes. Antropologia e colonialidade: breve antropologia de antropólogos/as da UFPE em seus ritos e experiências de aprendizagem. Pós - Revista Brasiliense de Pós-Graduação em Ciências Sociais, [S. l.], v. 15, n. 2, p. 35, 2020. DOI: 10.26512/2317-0344.2020.e26656. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/revistapos/article/view/26656. Acesso em: 11 maio. 2026.