O USO DE ATIVIDADES INVESTIGATIVAS E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO ENSINO DE MODELOS ATÔMICOS
UMA ABORDAGEM ATIVA PARA A APRENDIZAGEM EM QUÍMICA
DOI :
https://doi.org/10.26512/2446-564X2025e57834Mots-clés :
Ensino de química, Modelos atômicos, Atividade investigativa, Inteligência artificial, Metodologia ativaRésumé
O ensino de química enfrenta desafios relacionados à abstração dos conceitos e à falta de conexão com a realidade dos estudantes. Diante disso, metodologias ativas, como a atividade investigativa, têm se mostrado eficazes para promover o pensamento crítico e o engajamento na aprendizagem. Neste contexto, o presente estudo investigou como a combinação da atividade investigativa com o uso da inteligência artificial pode contribuir para uma compreensão mais aprofundada dos modelos atômicos e suas limitações. O objetivo principal foi analisar o impacto dessa abordagem no aprendizado dos estudantes do ensino médio. Para isso, a pesquisa foi conduzida em uma turma dividida em cinco grupos, cada um responsável por estudar um modelo atômico específico. Utilizando ferramentas de inteligência artificial, os alunos produziram vídeos animados para apresentar a evolução dos modelos atômicos. Em seguida, participaram de uma atividade investigativa que os desafiou a questionar as limitações desses modelos e desenvolver um novo modelo atômico fictício com base em hipóteses científicas. Os resultados indicaram um aumento no engajamento dos estudantes, que passaram a compreender de forma mais crítica a evolução dos modelos atômicos e a importância da revisão contínua das teorias científicas. A utilização da inteligência artificial contribuiu para tornar o aprendizado mais dinâmico e interativo, estimulando a criatividade dos alunos. Conclui-se que a combinação da atividade investigativa com ferramentas tecnológicas pode ser uma estratégia eficaz para aprimorar o ensino de química, incentivando os alunos a assumirem um papel ativo na construção do conhecimento.
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Références
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