Melhor não contar, de Tatiana Salem Levy: provocaciones de un arte literario inespecífico

Autores/as

Palabras clave:

literatura; narrativas de la violencia contra las mujeres; postinstitucional

Resumen

Este texto, basado en una investigación bibliográfica, discute la novela Melhor não contar (2024), de Tatiana Salem Levy, con el objetivo de debatir cómo desafía las instancias más tradicionales de legitimación literaria. En este sentido, se abordan dos cuestiones: la forma en que la escritura femenina es significada en la novela, como performance y personificación de la mujer que (se)escribe; y la presencia del tema del acoso y la violencia sexual en el ámbito familiar y fuera de él, marcando la presencia de una condición permanente de violencia que se perpetúa de generación en generación. Tejida a través de los hilos irregulares de un proceso de escritura laberíntico, la novela se sitúa en el dentro-fuera del género, la ficción, la realidad, lo público, lo privado, la literatura y el mundo al mismo tiempo, reuniendo elementos diversos, a veces dispares, en (contra)flujos de provocaciones en torno a lo literario.

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Publicado

2025-05-15

Cómo citar

Coutinho, I. V. B. F. (2025). Melhor não contar, de Tatiana Salem Levy: provocaciones de un arte literario inespecífico. Estudos De Literatura Brasileira Contemporânea, (74). Recuperado a partir de https://periodicos.unb.br/index.php/estudos/article/view/58492

Número

Sección

Dossier “Prácticas Literarias Posinstitucionales en la Contemporaneidad”