Jessé Souza ”“
A tolice da inteligência brasileira: ou como o país se deixa manipular pela elite. São Paulo: LeYa, 2015.
DOI:
https://doi.org/10.1590/2316-40185029Resumen
Resenha do livro A tolice da inteligência brasileira, de Jessé Souza.
Descargas
Citas
FAORO, Raymundo (2001/1958). Os donos do poder: formação do patronato político brasileiro. 3. ed. rev. São Paulo: Globo.
FERNANDES, Florestan (2006/1975). A revolução burguesa no Brasil. 5. ed. São Paulo: Globo.
FERNANDES, Florestan (2008a/1964). A integração do negro na sociedade de classes: (o legado da “raça branca”). 5. ed. São Paulo: Globo. v. 1.
FERNANDES, Florestan (2008b/1964). A integração do negro na sociedade de classes: (no limiar de uma nova era). São Paulo: Globo. V. 2.
FREYRE, Gilberto (2004/1936). Sobrados e mucambos: decadência do patriarcado e desenvolvimento do urbano. Apresentação de Roberto DaMatta. 15. ed. rev. São Paulo: Global.
LEITE, Dante Moreira (1992/1968). O caráter nacional brasileiro: história de uma ideologia. 5. ed. São Paulo: Ática.
MOTA, Carlos Guilherme (2014/1975). Ideologia da cultura brasileira (1933-1974): ponto de partida para uma revisão histórica. 4. ed. São Paulo: 34.
NERI, Marcelo (2012). A nova classe média: o lado brilhante da base da pirâmide. São Paulo: Saraiva.
NERI, Marcelo (Coord.) (2010). A nova classe média: o lado brilhante dos pobres. Rio de Janeiro: FGV. Disponível em: <https://goo.gl/jaXji2.> Acesso em: 6 jul. 2016.
OLIVEIRA, Francisco (2003/1972). Crítica à razão dualista/O ornitorrinco. São Paulo: Boitempo.
POCHMANN, Márcio (2012). Nova classe média? O trabalho na base da pirâmide social brasileira. São Paulo: Boitempo.
POCHMANN, Márcio (2014). O mito da grande classe média: capitalismo e estrutura social. São Paulo: Boitempo.
QUINIOU, Yvon (2000). Das classes à ideologia: determinismo, materialismo e emancipação na obra de Pierre Bourdieu. Crítica Marxista, n. 11, p. 44-61. Disponível em: <https://goo.gl/l4HcwP.> Acesso em: 6 jul. 2016.
SINGER, André (2012). Os sentidos do lulismo: reforma gradual e pacto conservador. São Paulo: Companhia das Letras.
SODRÉ, Nelson Werneck (1975). Os poderosos no justo lugar. Opinião (semanário), Rio de Janeiro, n. 144, p. 20, 8 de agosto.
SOUZA, Jessé (2000). A modernização seletiva: uma reinterpretação do dilema brasileiro. Brasília: UnB.
SOUZA, Jessé (2003). A construção social da subcidadania: para uma sociologia política da modernidade periférica. Belo Horizonte: Editora da UFMG; Rio de Janeiro: Iuperj.
SOUZA, Jessé (2009). A ralé brasileira: quem é e como vive. Colaboração de André Grillo et al. Belo Horizonte: Editora da UFMG.
SOUZA, Jessé (2012/2010). Os batalhadores brasileiros: nova classe média ou nova classe trabalhadora? Colaboração de Brand Arenari et al. 2. ed. rev. e ampl. Belo Horizonte: UFMG.
SOUZA, Jessé (2015). A tolice da inteligência brasileira: ou como o país se deixa manipular pela elite. São Paulo: LeYa.
SOUZA, Jessé (Org.) (2006). A invisibilidade da desigualdade brasileira. Belo Horizonte: Editora da UFMG.
WRIGHT, Erik Olin (2015). Análise de classes. Revista Brasileira de Ciência Política, n. 17, p. 121-163. Disponível em: <https://goo.gl/EAYXGN.> Acesso em: 6 jul. 2016.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Los autores que publican en esta revista concuerdan con los siguientes términos:
a) Los (los) autores (s) conservan los derechos de autor y conceden a la revista el derecho de primera publicación, siendo el trabajo simultáneamente licenciado bajo la Licencia Creative Commons de Atribución-No Comercial 4.0, lo que permite compartir el trabajo con reconocimiento de la autoría del trabajo y publicación inicial en esta revista.
b) Los autores (a) tienen autorización para asumir contratos adicionales por separado, para distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicada en esta revista (por ejemplo, publicar en repositorio institucional o como capítulo de libro), con reconocimiento de autoría y reconocimiento publicación inicial en esta revista.
c) Los autores tienen permiso y se les anima a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) después del proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y la citación del trabajo publicado (ver el efecto del acceso libre).
d) Los (as) autores (as) de los trabajos aprobados autorizan la revista a, después de la publicación, ceder su contenido para reproducción en indexadores de contenido, bibliotecas virtuales y similares.
e) Los (as) autores (as) asumen que los textos sometidos a la publicación son de su creación original, responsabilizándose enteramente por su contenido en caso de eventual impugnación por parte de terceros.