Os verbos frasais ingleses e o potencial referencial da língua

Autores/as

  • Márcio M. G. Silva Professor de inglês, tradutor e ambientalista

Palabras clave:

Verbos frasais; enriquecimento do vocabulário; poder referencial-comunicativo; inglês língua franca internacional; Linguística Ecossistêmica..

Resumen

Este artigo tem dois objetivos principais. O primeiro é discutir os chamados phrasal verbs da língua inglesa, salientando que eles se compõem basicamente de uma partícula de natureza preposicional ou adverbial, que, por isso mesmo tem base espacial, como sói acontecer com as preposições em geral. Sigo a proposta de Lakof & Johnson (1980), de acordo com a qual “em cima” (up) é “bom, desejável” e “embaixo” (under) é “ruim, não desejável”, o que se dá também com “à frente” (in front of) preferível a “atrás” (in back of). O segundo objetivo é mostrar que a estratégia de formar novo verbo pelo acréscimo de uma partícula a uma base verbal é apenas um dos inúmeros recursos que o inglês tem para enriquecer seu vocabulário. Entre as outras estratégias para se formarem novas palavras contam-se as abreviações (ad, van, fan), siglas (radar, laser, aka) e composições (laptop, notebook, deadline), além do uso de recursos oriundos do latim. Tudo isso aumenta consideravelmente o poder referencial-comunicativo do inglês, o que facilitou, juntamente com o poder dos países anglófonos, a transformação do inglês em língua franca internacional. O arcabouço teórico que constitui o pano de fundo da investigação é a Linguística Ecossistêmica.

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Publicado

2024-02-03

Cómo citar

Márcio M. G. Silva. (2024). Os verbos frasais ingleses e o potencial referencial da língua. Ecolinguística: Revista Brasileira De Ecologia E Linguagem (ECO-REBEL), 10(1), 43–55. Recuperado a partir de https://periodicos.unb.br/index.php/erbel/article/view/52502

Número

Sección

Artigos