A SECA EM PROCISSÃO

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José Jonas Duarte da COSTA

Resumo

A inspiração de Gil, em sua Procissão (1968), certamente continua válida nessa tragédia que vive o semiárido brasileiro hoje, já na segunda década do século XXI. Em determinado trecho da canção, diz Gil: Entra ano, sai ano, e nada vem, meu sertão continua ao Deus dará... A canção de Gil não fala em seca. Em 1968 não houve seca nos sertões nordestinos. Na década de 60 foram poucas e pontuais as estiagens. Portanto, a crônica de Gil se refere, aparentemente, a ausência de políticas públicas permanentes e consequentes para o hoje demarcado Semiárido Brasileiro. Existem duas secas nos “sertões nordestinos”, região diversa climatológica e culturalmente falando, historicamente e formalmente delimitada, recentemente, como a região semiárida brasileira.


*Este resumo foi gerado pela equipe editorial a partir de trechos copiados do texto, considerando que no presente momento em que a edição foi publicada a apresentação de resumo não fazia parte das normas da revista.

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Como Citar
COSTA, J. J. D. da. (2013). A SECA EM PROCISSÃO. BOLETIM DATALUTA, 6(62). Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/BD/article/view/53125
Seção
Artigos
Biografia do Autor

José Jonas Duarte da COSTA, Professor da UFPB/Campus I Pesquisador visitante no INSA

Doutor em História Econômica pela USP e Mestre em Economia Rural pela UFPB

Professor da UFPB/Campus I

Pesquisador visitante no INSA

Referências

Não há.