ANCESTRALIDADE, FILOSOFIA E POLÍTICA NA ÁFRICA CONTEMPORÂNEA
DOI:
https://doi.org/10.26512/pl.v13i29.51102Palavras-chave:
África. Ancestralidade. Filosofia. Modernidade. Política.Resumo
Este artigo analisa o debate sobre o lugar dos saberes ancestrais na África moderna. O objetivo é aprofundar a relação entre os saberes ancestrais e os debates filosóficos contemporâneos, explorando a interface entre as críticas à etnofilosofia e a valorização da ancestralidade. Num segundo momento, o texto explora a relação entre filosofia e política na África moderna, especialmente ao discutir figuras como Senghor e Nkrumah. O debate em torno da ancestralidade impactou e orientou a luta pela independência e a formação identitária dos recém-criados Estados-nações africanas. A partir de uma análise filosófica dos textos tratando da questão, o estudo mostra a complexidade deste debate e a consequência que pode ter na busca da construção de uma África forte e respeitada.
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Referências
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