Impermanência das margens

Autores

  • Daniel Mira Universidade de Brasilia

Resumo

As margens são como um bocejo tardio. Uma linha que permanece apenas para se dissolver. Um ato breve e sutil do tempo no espaço. Para os azuis as margens são silêncio e quase escuridão. 

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Publicado

2021-10-24

Como Citar

Mira, D. (2021). Impermanência das margens. METAgraphias, 5(3). Recuperado de https://periodicos.unb.br/index.php/metagraphias/article/view/35801

Edição

Seção

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