Linhas Críticas
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<p>A Revista<strong> Linhas Críticas </strong>(ISSN impresso 1516-4896 / ISSN eletrônico 1981-0431), criada em 1995 e sediada na <a href="http://www.fe.unb.br/">Faculdade de Educação</a> da <a href="https://www.unb.br/">Universidade de Brasília</a> (UnB), é uma publicação contínua (<em>ahead of print) </em>e anual (jan-dez), direcionada a pesquisadores, professores e estudantes da área educacional para fomentar o debate, a reflexão e a divulgação de produção científica nos âmbitos nacional e internacional.</p> <p>Avaliada em 2019 como "A3" pela classificação Qualis/Capes, publica artigos <strong>inéditos</strong> brasileiros e estrangeiros que apresentem consistência, rigor e <strong>originalidade</strong> na abordagem dos temas propostos, resultantes de pesquisas científicas, com foco em temáticas da área educacional, bem como resenhas de livros, ensaios teóricos, entrevistas e homenagens a profissionais da educação. </p> <p align="justify"> </p>Faculdade de Educação - Universidade de Brasíliapt-BRLinhas Críticas1516-4896<p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p><br>-Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, sendo o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/deed.pt" target="_new">Creative Commons Attribution License </a>o que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</p> <p>-Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>-Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado.</p> A PANDEMIA DE COVID-19 E A DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL
https://periodicos.unb.br:443/index.php/linhascriticas/article/view/36765
<p>O presente artigo pretende trazer à tona reflexões sobre os impactos causados pela pandemia do COVID-19 no ensino superior e, especialmente, na rotina do professor universitário, a partir da suspensão das atividades presenciais de sala de aula pelo formato remoto/virtual por imposição do isolamento social demandado pelas condições sanitárias. Pretende-se refletir sobre a nova dinâmica de aula e as consequências que isso pode resultar para o magistério superior, já que o cenário é propício para a consolidação de um modelo de educação à distância. O presente trabalho foi realizado a partir de uma investigação qualitativa, de caráter empírico, e mediante análise bibliográfica, buscando refletir sobre as vivências dos professores-autores no cenário narrado. Este estudo se justifica pela necessidade de se debater as profundas mudanças sociais e comportamentais impostas pela pandemia e seus efeitos sobre a qualidade do ensino-aprendizagem no nível superior, bem como sobre o papel do professor e as condições de trabalho docente.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> Realidade da Educação. tecnologia no ensino. Coronavirus.</p>Alessandra Dale TerraTHIAGO GUERREIRO BASTOS LÍLIAN CAZORLA DO ESPÍRITO SANTO NUNESBÁRBARA TERRA QUEIROZ
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27Ocupações secundaristas em Santa Catarina
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<p>O presente artigo socializa resultados de pesquisa, cujo objetivo geral é compreender os impactos das participações de jovens secundaristas nas ocupações em escolas públicas ocorridas em 2016 no Brasil, na sua reconstituição como sujeitos políticos. O recorte socioespacial deste texto abrange, em particular, escolas públicas ocupadas na região Oeste de Santa Catarina. O caminho trilhado metodologicamente compreendeu a realização de rodas de conversa e entrevistas semiestruturadas com jovens autodenominadas/os ocupas. Serão apresentados elementos contextuais referentes ao cenário das ocupações na região supramencionada. A partir de análises realizadas com aportes em um diálogo teórico-conceitual interdisciplinar, argumentaremos que estas ocupações foram marcadas por ações coletivas de mobilização, conflitos, contestação curricular e auto-organização das/dos estudantes, podendo ser compreendidas como experiências de resistência das e dos ocupas em defesa da educação pública e de (auto)formação política.</p>Willian Simões
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27A ideologia empreendedora no ensino fundamental: leitura e discussão de teses e dissertações de 2000 a 2020
https://periodicos.unb.br:443/index.php/linhascriticas/article/view/36741
<p><strong>Resumo</strong>: A ideologia empreendedora vem sendo disseminada em espaços cada vez mais amplos nas políticas dos governos, sendo inserida no campo educacional por meio da justificativa da necessidade de se formar um novo tipo de trabalhador: o empreendedor. A presente pesquisa, que faz parte de uma dissertação de mestrado em desenvolvimento, tem o objetivo de identificar e discutir diferentes apropriações teóricas da educação empreendedora em estudos acadêmicos. Para a realização deste trabalho, selecionamos pesquisas stricto sensu cadastradas na Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações, o Catálogo de Teses e Dissertações da Capes e o Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), no período de 2000 a 2020. Analisamos as 14 dissertações e as 2 teses encontradas, organizando-as semanticamente em 2 categorias de análise: A ideologia empreendedora na educação e Educação Empreendedora numa perspectiva crítica. Os resultados apontaram que a maioria dos discursos apresentados nas pesquisas não são neutros, pois trazem argumentos ideológicos que naturalizam e corroboram para a implantação da educação empreendedora nas escolas, reproduzindo ideias que asseguram a reprodução do sistema capitalista dentro do ambiente educacional.</p> <p> </p>Glaucia Rufato
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27Avaliação informal e expectativa docente
https://periodicos.unb.br:443/index.php/linhascriticas/article/view/36736
<p>Diversos estudos na área da educação analisam as relações estabelecidas em sala de aula. Alguns deles tomam como categoria de análise a avaliação, enquanto outros focalizam as expectativas docentes. Em comum, destacam como as relações em sala de aula podem favorecer alguns estudantes e desfavorecer outros. Com o objetivo de contribuir com o debate, o artigo apresenta uma pesquisa bibliográfica acerca dos conceitos de avaliação informal e expectativa docente. Entende-se que há aproximações entre eles, entretanto, as abordagens relacionadas à avaliação informal alargam as reflexões ao contemplarem os processos históricos e sociais que perpassam a escola e as concepções do docente.</p>Camila Maria dos SantosLuana Ferrarotto
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27Coletivos juvenis nas periferias: trabalho e engajamento em tempos de crise
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<p>No contexto de intensa crise no Brasil e no mundo, se aprofunda a deterioração dos mercados de trabalho, atingindo gravemente os jovens moradores de periferias urbanas. Uma parte deles busca construir alternativas de geração de trabalho e renda a partir de seus coletivos de pertencimento. O artigo apresenta os resultados iniciais de pesquisa qualitativa realizada junto a jovens desses coletivos, evidenciando seus desafios, bem como mudanças de percepção em relação ao próprio trabalho e possibilidades de outros modos de engajamento na demanda por esse direito.</p>Maria Carla Corrochano Patricia Laczynski
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