Imigração árabe no Rio de Janeiro: um estudo sobre a interface de políticas linguísticas e Ecolinguística
Resumo
O artigo analisa a imigração árabe no Rio de Janeiro entre o final do século XIX e meados do XX, investigando a interface entre políticas linguísticas e ecolinguística. A partir dos referenciais de Bernard Spolsky, Joshua Fishman e Salikoko Mufwene, discute-se como demandas migratórias, gestão estatal, crenças e práticas impactaram a vitalidade da língua árabe. O estudo examina núcleos institucionais, imprensa comunitária e ações educacionais, além dos efeitos repressivos da Era Vargas, como o “crime idiomático”. Analisa-se ainda o papel do IBGE na invisibilização linguística, evidenciando como a ausência de recenseamento linguístico contribui para apagamentos identitários. Conclui-se que políticas desconectadas das demandas sociolinguísticas fragilizam ecossistemas linguísticos minoritários.
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