Edições anteriores


2015

Capa da revista

v. 6, n. 1 (2015)

Às vésperas de comemorar cinco anos de existência e os primeiros 12 números da revista Sustentabilidade em Debate, incluímos neste número um balanço sobre o nosso desempenho. A autoavaliação foi realizada pela equipe da SeD com base em uma radiografia das estatísticas recolhidas no Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (Seer), adotado pelo Portal de Periódicos da Universidade de Brasília, no qual se encontra hospedada a revista. Nos seus primeiros 11 números, a SeD publicou 93 artigos científicos peer-reviewed (30% do total dos trabalhos recebidos, com um nível de 70% de rejeição), além de 37 resenhas de livros e 34 outros tipos de textos (ensaios, entrevistas, debates) que não são avaliados por pares. Cada item publicado na revista SeD, seja ele artigo, entrevista ou ensaio, alcançou uma média de 663 downloads individuais, ou seja, 5,8 downloads por semana. De acordo com o Visitors Map do nosso site, nossos autores e leitores têm um claro perfil internacional, com acessos realizados em cerca de 100 países. Além desse encorajador balanço, a SeD 12 inclui também nove artigos científicos, nove resenhas de livros e uma original Galeria apresentando o trabalho de ilustradores científicos do Cerrado.

2014

Com a finalidade de aprofundar as discussões em torno da valorização de produtos da agricultura familiar e do agroextrativismo no Cerrado, Sustentabilidade em Debate - SeD abriga neste seu último número de 2014 (11)

v. 5, n. 3 (2014)

Com a finalidade de aprofundar as discussões em torno da valorização de produtos da agricultura familiar e do agroextrativismo no Cerrado, Sustentabilidade em Debate - SeD abriga neste seu último número de 2014 (11) um dossiê focalizado no tema “Inovações para a valorização de produtos da agricultura familiar e do agroextrativismo no contexto do Cerrado”. Os trabalhos selecionados pelos editores convidados do dossiê - Janaína Deane de Abreu Sá Diniz, Mario Lúcio de Ávila e Mônica Celeida R. Nogueira - demonstram que, dentre as ações propícias para conservar as áreas remanescentes de Cerrado, destaca-se o uso de produtos florestais não madeireiros (PFNM) advindos da biodiversidade vegetal nativa. Isso pode diminuir a pressão para o desmatamento de áreas nativas remanescentes e, ao mesmo tempo, gerar renda para as comunidades residentes. Entretanto, é necessário que se tenha um conhecimento mais aprofundado sobre a trajetória e a dinâmica das espécies nativas do bioma dentro das cadeias produtivas locais, nacionais e internacionais.