Metodologias ativas: possibilidades e impossibilidades no processo formativo na área da saúde

Cristiane Lopes Simão Lemos

Resumo


Com a criação do SUS a questão da formação profissional na área da saúde foi mais valorizada. Na Constituição Federal (BRASIL, 1988) e na lei 8080 (BRASIL, 1990) esta questão fica demarcada legalmente e Ministério da Saúde passa a ter uma postura pró-ativa com a responsabilidade de gerir esse processo, incluindo desde a área da formação técnica até o âmbito da prós-graduação.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18673/gs.v3i2.24278

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Revista Gestão & Saúde (ISSN 19824785)

Revista coordenada pelo Nucleo de Estudos em Educação, Promoção da Saúde e Projetos Inclusivos (NESPROM), do Centro de Estudos Avançados Multidiciplinares (CEAM), da Universidade de Brasília (UnB).

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