Avaliação da propensão à Síndrome de Burnout em estudantes universitários e o uso das estratégias de enfrentamento

Claudia Maria Dias Guerra Disconzi, Cláudia Medianeira Cruz Rodrigues, Kathiane Benedetti Corso

Resumo


Este artigo analisa a propensão à síndrome de Burnout em alunos universitários e correlaciona estes resultados com a utilização de estratégias de enfrentamento. O público-alvo são alunos da turma do primeiro semestre e do oitavo semestre do curso de administração da UNIPAMPA, campus Santana do Livramento. A fim de coletar dados, foi aplicado um questionário abordando o inventário de Burnout de Maslach e a Escala Toulousiana de Coping, adaptados para o meio acadêmico. Obteve-se uma amostra de 35 questionários válidos na turma do primeiro semestre e 18 na turma de formandos. A média geral de propensão à síndrome foi de 1,58 e de 1,56, respectivamente, nas turmas do primeiro e oitavo semestres. Com relação às estratégias de Coping, verificou-se grande uso das mais diversas estratégias, variando de pessoa para pessoa, merecendo destaque o caráter de recusa para o primeiro semestre e o de retraimento para os alunos do oitavo semestre. Através da realização deste estudo pôde-se verificar que ambas as turmas apresentam baixa propensão à síndrome, e que isso pode se sustentar pelo grande uso das mais variadas estratégias de enfrentamento, sendo estas de fuga ou de enfrentamento do problema.

 

Descritores: Síndrome de Burnout; Estratégias de Enfrentamento; Inventário de Maslach; Escala Toulousiana de Coping.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18673/gs.v9i3.24249

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Revista Gestão & Saúde (ISSN 19824785)

Revista coordenada pelo Nucleo de Estudos em Educação, Promoção da Saúde e Projetos Inclusivos (NESPROM), do Centro de Estudos Avançados Multidiciplinares (CEAM), da Universidade de Brasília (UnB).

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