ATIVIDADE DA DANÇA COMO LINGUAGEM CORPORAL E O DESENVOLVIMENTO DA MEMÓRIA EM CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN

Ariana Aparecida Nascimento dos Santos, Irineu Aliprando Tuim Viotto Filho, Rosiane de Fatima Ponce

Resumo


Considerando as dificuldades e limitações que os sujeitos com Síndrome de Down apresentam e levando-se em conta as contribuições da teoria histórico-cultural, no sentido de compreender a memória voluntaria como fundamental para o desenvolvimento humano,

investigou-se o papel exercido pela dança, enquanto uma linguagem corporal que permite expressões simbólicas na construção e desenvolvimento da memória dos sujeitos com Sindrome de Down. Para tanto, foi formado um único grupo de trabalho com três sujeitos Down, na faixa etária entre 9 e 12 anos, regularmente matriculadas em uma APAE. Realizou-se 20 encontros de intervenção com objetivo de identificar e analisar, se houveram mudanças nas ações dos sujeitos, desde seus movimentos, expressões corporais e orais, ao longo do processo de intervenção. Pensando em todo o processo de realização dessa Pesquisa, evidenciamos que uma das conclusões coerentes que obtivemos é que 

quando, apontamos as dificuldades biológicas dos sujeitos e concordamos com as mesmas, pudemos, apesar das contradições impostas pela realidade social e educacional, dizer que as leis biológicas do sujeito podem ser superadas a partir das relações sociais que o mesmo estabelece no decorrer de sua vida, uma vez que os sujeitos com Síndrome de Down possuíam capacidade para desenvolver seu psiquismo, mesmo que de forma lenta, e assim avançaram, a partir de intervenções possibilitadas pelo professor de Educação Física, ao propor a dança como atividade educativa.


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DOI: http://dx.doi.org/10.18673/gs.v1i1.14138

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Revista Gestão & Saúde (ISSN 19824785)

Revista coordenada pelo Nucleo de Estudos em Educação, Promoção da Saúde e Projetos Inclusivos (NESPROM), do Centro de Estudos Avançados Multidiciplinares (CEAM), da Universidade de Brasília (UnB).

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