MARX E A NOÇÃO DE UNIVERSALIDADE

um traço hegeliano nos Grundrisse de Marx

  • Allysson Flôres Santos Universidade de Brasília (UnB)
Palavras-chave: Hegel, Marx, Todo lógico-real

Resumo

Este artigo tem como finalidade propor uma conexão que evidencie a influência hegeliana (tendo como base a obra Ciência da Lógica) na leitura de Marx acerca dos economistas liberais e da interpretação que fazem da sociedade, principalmente nos temas abordados na primeira divisão de sua obra Elementos fundamentais para a crítica da economia política (Grundrisse). Tais temas consistem na análise de uma dura crítica às abstrações e concepções a-históricas promovidas pela chamada economia política por meio de seus grandes teóricos e principais expoentes: Adam Smith e David Ricardo. Reagindo a essas concepções, Marx proporá o caminho da adoção de uma noção concreta de universalidade, conceito similar à concepção de Hegel de um todo lógico-real.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Allysson Flôres Santos, Universidade de Brasília (UnB)

Possui Ensino Médio pelo Centro de Ensino Médio Ave Branca (2013). Atualmente é Residente Pedagógico da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Realiza PIBIC - Projeto de Iniciação Científica do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. É Professor de Filosofia da Galt - Vestibulares. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em História da Filosofia

Referências

HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich. Enciclopédia das ciências filosóficas em compêndio. 2 ed. São Paulo: Loyola, 2005.
MARX, Karl. Grundrisse. São Paulo: Boitempo, 2011.
Publicado
2019-02-28
Seção
Artigos