Reflexões

Oyanarte Portilho

Resumo


Faz-se um apanhado de algumas argumentações contra e a favor da existência da Divindade e da alma, e discutem-se suas implicações em relação a uma percepção coerente da vida e do Universo do ponto de vista ético-moral. Na opinião do autor, a abordagem teísta com múltiplas vidas oferece uma opção que pode trazer respostas satisfatórias diante de questões intrigantes que vêm sendo levantadas desde alguns milênios.

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Referências


Carl R. Rogers, “Tornar-se Pessoa” (Martins Fontes, 1976). O psicoterapeuta da nova “abordagem centrada na pessoa” reconheceu a presença do “sentido positivo” na psique humana: “(...) a lição é simplesmente esta: a experiência mostrou-me que as pessoas têm, fundamentalmente, uma orientação positiva” (p. 38).

Carlo Filice, “The Moral Case of Reincarnation”, Religious Studies 42, 45–61 (2006) (Cambridge University Press). O autor confronta os esquemas deístas de “vida única” e de “vidas múltiplas”, com respeito a questões tais como o problema do mal e a aparente injustiça cósmica.

Carl R. Rogers, “Um Jeito de Ser” (Editora Pedagógica e Universitária-EPU, 1983). O psicoterapeuta atualizou, a um certo momento, a edição dessa obra, para rever suas concepções até então ali expressas sobre a morte e a continuação do espírito, em função de experiências por quais ele e sua esposa passaram em 1979 com um suposto sensitivo (p. 30).

Ian Stevenson, “20 Casos Sugestivos de Reencarnação” (Difusora Cultural, 1970).

Raymond Moody, “Coming Back: a Psychiatrist Explores Past-Life Journeys” (Bantam Books, 1991); Winifred Blake Lucas (ed.), “Regression Therapy: a Handbook for Professionals” (Deep Forest Press, 1993).

Eben Alexander III, “Uma Prova do Céu – a Jornada de um Neurocirurgião à Vida Após a Morte” (Sextante, 2013).

João Paulo II, Encíclica Fides et Ratio: “A fé e a razão constituem como que as duas asas pelas quais o espírito humano se eleva à contemplação da verdade”.

Pierre Weil, “Lágrimas de Compaixão – e a Revolução Silenciosa Continua!” (Editora Pensamento, 1999). Um dos nomes da “Psicologia Transpessoal”, o autor relata, entre outras coisas, sua transfer- ência para o Brasil, a criação da UNIPAZ em Brasília-DF, e alguns exemplos desses “sincronismos” em sua vida


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