VITRÚVIO, ALBERTI E O PODER

Me. Carolina da Rocha Lima Borges

Resumo


O conceito de Vitrúvio sobre o ornamento enquanto elemento
que confere caráter ao edifício, e consequentemente à cidade,
serviu de base para o tratado de Alberti. Ambos os arquitetos
entendem o ornamento como linhas compositivas que ganham
legitimidade no momento em que possuem um caráter
utilitário e simbólico na arquitetura. O utilitário pode ser
entendido desde aqueles elementos ornamentais que também
respondem a uma necessidade prática, como aqueles que
asseguram um caráter cívico na edificação, contribuindo para a
organização e para o decoro da cidade. Enquanto elementos
que completam o belo estrutural na arquitetura clássica, os
ornamentos são teoricamente determinados por cânones de
proporção e harmonia. Na prática, ornamentos em edifícios
públicos possuem uma retórica muitas vezes persuasiva,
podendo funcionar como ferramenta de dominação e
legitimação de uma classe dominante.
Palavras-chaves: Vitrúvio; Alberti; Ornamento; Decoro; Retórica.


Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.18830/issn.1679-0944.n16.2016.15

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2017 Me. Carolina da Rocha Lima Borges

Licença Creative Commons
Este obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.

ISSN 1679-0944

Creative Commons License

Paranoá is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.

Indexadores, Repositórios e Bases de dados:

 

Verificação Anti-plágio: