Cidades sensíveis à água: cidades verdes ou cidades compactas, eis a questão?

Liza Maria Souza de Andrade, Raquel Naves Blumenschein

Resumo


Este artigo apresenta resultado de pesquisa quetem como objetivo analisar a dicotomia existentenas visões sobre cidades sustentáveis para oequilíbrio do ciclo da água urbano. De um ladohá o modelo de “cidades verdes”, que defendea preservação de grandes áreas verdes de baixasdensidades para a infiltração de água; dooutro há o modelo de “cidades compactas”, quepreconiza o “crescimento inteligente” em áreasjá ocupadas com densidade mais alta. O métodode análise utilizado compara os dois modelose parte inicialmente do estudo sobre o ciclohidrológico com foco no ciclo da água urbanoapresentado pela Unesco e no desenho urbanosensível à água fundamentado no programaWSUD Autraliano. Tendo como base os resultadosda análise comparativa foram identificadasas melhores práticas de gestão das águas pluviaistendo como referência documento da EPA,que sugere que o desenvolvimento de maiordensidade poderia proteger melhor a qualidadeda água regional com o consumo menor deterra e propondo práticas de gestão das águaspluviais de acordo com contextos e densidades.Neste sentido, defende-se a importância de setrabalhar a dualidade dos dois modelos: as vantagensdo crescimento compacto no desenhourbano das áreas intraurbanas, com preenchimentodas áreas menos densas, e as práticasdo desenvolvimento urbano de baixo impactonas áreas verdes e nas áreas ambientalmentesensíveis.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18830/issn.1679-0944.n10.2013.12124

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