PRECISAMOS DE UMA BASE NACIONAL CURRICULAR COMUM?

William de Goes Ribeiro, Clarissa Bastos Craveiro

Resumo


 

Resumo

Tensões sobre currículo são reiteradas. Não há deslocamento do passado que ressurge anacronicamente. Sentidos são gerados através de negociações por meio da circularidade dos contextos; pela busca da hegemonia; pela constante negociação. Desta forma, analisamos a hibridização de políticas recentes, as quais têm gerado uma expectativa salvacionista do currículo e um status de autoridade indiscutível com relação à padronização. Trouxemos à baila sentidos que têm se tornados hegemônicos no cenário político, como a exigência de competências e habilidades.

 

Palavras-chave: Base Nacional Curricular Comum. Formação de Professores. Currículo.


 

 


Palavras-chave


Base Nacional Curricular Comum. Formação de Professores. Currículo.

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ISSN impresso 1516-4896 | ISSN eletrônico  1981-0431     

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