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2017

v. 3, n. 1 (2017)

Este número de ECO-REBEL contém uma seleção feita por pareceristas anônimos de alguns dos trabalhos apresentados no III Encontro Brasileiro de Ecolinguística (III EBE), que teve lugar na Universidade de Brasília, de 22 a 24 de agosto de 2016. Dos 45 trabalhos inscritos, oito não foram apresentados. Dos que foram submetidos à publicação, 14 foram aceitos. Um dos textos apresentados no evento, "Fonologia ecossistêmica" (de Ronaldo M. Lima Júnior), já está publicado no v. 2, n. 1, 2016 da revista.

Gostaríamos de terminar salientando que, atualmente, há uma tendência nas publicações acadêmicas, e não apenas nas brasileiras, a serem feitas exclusivamente em inglês. O grupo ecolinguístico brasileiro congregado em torno de ECO-REBEL pensa um pouco diferente. Nós achamos que devemos realmente estar sintonizados com o que vai pelo mundo afora, produzindo textos em inglês e outras línguas a fim de divulgar nossa produção no exterior. Devemos também nos informar sobre que se produz lá fora, inclusive publicando textos de autores estrangeiros. No entanto, somos de opinião de que já temos uma considerável massa crítica acadêmica no Brasil que justifica produzirmos ciência internamente em português. Temos direito de fazer ciência em nossa própria língua, mesmo porque ainda há muita gente por aqui que tem dificuldade com o inglês. Por tudo isso, ECO-REBEL se sente orgulhosa de publicar a maior parte dos textos em português. Porém, como se pode ver compulsando os diversos números já disponíveis, ela não é xenófoba. Pelo contrário, ela contém muita coisa em inglês também, além de alguns textos em espanhol e em francês. Aliás, muitos dos textos publicados em português são de autores estrangeiros. 

Boa leitura.



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