A força de extensão universitária:o projeto Rondon nos cursos de direito

Jinnefer Santos Pereira

Resumo


Em 1994, o Ministério da Educação emitiu a resolução nº. 1.886/94 tornando, entre outras condições, obrigatória a prática de extensão nos cursos jurídicos. Pre­tendia-se primar pela qualidade dos cursos e pela formação de sujeitos cidadãos, ativos, críticos e conscientes da importância de sua atuação. No entanto, ainda hoje, a extensão não cumpre com sua real finalidade em muitos cursos de Direito, resumindo-se às assistências judiciárias e trotes solidários. O presente artigo obje­tiva olhar a prática da extensão a partir de conceitos como “ecologia de saberes” e “educação para o espanto”, cunhados, respectivamente, por Boaventura de Sousa Santos e Hannah Arendt. Para tanto, foi realizado estudo de caso sobre o Projeto Rondon. Tal projeto revelou aos acadêmicos de Direito a real face extensionista. A experiência Rondon conduziu os alunos participantes para um amadurecimento, para a troca de saberes entre saber científico e popular.

Palavras-chave


Direito; extensão; Projeto Rodon

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