Extensão em relações internacionais: por uma nova práxis

Catarina Mastelaro, Guilherme Arosa Prol Otero, Renata dos Santos Braga, Thiago de Paula Firbida, Thiago Haruo Santos

Resumo


Em busca de novas teorias e práticas educacionais, o educador Paulo Freire e todos aqueles que o acompanharam em sua jornada pela emancipação social têm revolu­cionado a maneira de entender a educação nos últimos cinqüenta anos. Entendem que uma educação que ignora o ser humano e todas as dimensões que perpassam as relações sociais deve ser combatida e transformada e é a partir desse referencial teórico que este artigo procura levantar o debate sobre uma interface de atuação social de influência freiriana muito importante: a Extensão Universitária. Dessa maneira, pro­curaremos indicar que a produção do conhecimento na Universidade deve servir para a transformação social e para a superação das opressões, além de refletir sobre o papel dessa produção de conhecimento de caráter transformador para uma nova maneira de entender processos importantes das Relações Internacionais contemporâneas. Para isso, será brevemente analisado um projeto de Educação Popular para os Direitos Humanos, “Educar para o Mundo”, que está em andamento no Centro Acadêmico Guimarães Rosa do curso de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo e em uma escola pública no centro de São Paulo, em um contexto no qual a própria prática de Extensão Universitária é expressão de uma disputa entre várias noções de como deve ser feita essa interação entre Universidade e Sociedade.   


Palavras-chave


Extensão comunicativa; imigração; Direitos Humanos

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