n. 182 (16)

Dol

Edição de Setembro de 2015 - Ano 16 - Número 182

 

Caro Leitor, esta edição de setembro de 2015 traz a você um editorial tratando da diferença de gêneros e a percepção da dor. Quanto aos nossos alertas, em nossa seção de Divulgação Científica, trazemos dados relevantes sobre a massagem terapêutica após o exercício, o papel da música na analgesia pós-operatória, a dor no Transtorno de Estresse Pós-traumático, e como evitar a radiodermatite. Na seção de C&T, trazemos um modelo de alodinia visceral por radiação e tratamento celular, uma quinase envolvida na coceira por fibras A, o papel de um canal de cloreto na hipernocicepção e a dor neuropática na infância, do ponto de vista neuro-imune-glial. Boa Leitura!

 

Editorial          

Guerra dos sexos! Por que será que a sensibilidade à dor é diferente entre homens e mulheres?

Larissa Garcia Pinto

 

Divulgação Científica

1. Massagem terapêutica após o exercício físico. Massagem ou analgésicos?

Marina Albino de Almeida

2- A melodia da analgesia. Uma revisão que assegura a eficácia da música para redução da dor pós-operatória.

Andreza Urba de Quadros

3. Percepção paradoxal da dor no Transtorno de Estresse Pós-traumático. A ansiedade e a dissociação exercem seus papeis.

Paulo Gustavo Barboni Dantas Nascimento, Sabrina Francesca Lisboa

4. Radiodermatite, complicação da radioterapia do câncer de mama. Como o manejo correto pode ajudar a prevenir a dor da complicação do tratamento.

Paulo Gustavo Barboni Dantas Nascimento

 

Ciência e Tecnologia

5. Alodinia visceral persistente por radiação é revertida por tratamento com células do estroma mesenquimal. Modelo de dor crônica por radiação e tratamento celular.

Ana Carolina Alves M. de Moura, Thatiane Sandielen Lima Soares

6. Receptor da rapamicina pode estar envolvido com o prurido. Quinase ligada a metabolismo coça. Papel da metformina nisso.

Guilherme Guimarães da Silva, Douglas Cardoso de Sousa

7. TMEM16A: um novo colaborador no processo de hiperalgesia. Novos mecanismos para velhos conhecidos.

Rangel Leal Silva

8. A interação neuro-imune-glial na infância. Por que raramente crianças sofrem com a dor neuropática?

Andreza Urba de Quadros

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Sumário