"CAMINHAMOS, BUSCAMOS E ENCONTRAMOS" construções de significado sobre os limites do conhecimento acadêmico e forense

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May-ek Querales Mendoza

Resumo

Neste texto tomo como ponto de partida a pergunta “Qual é o papel que um antropólogo social pode desempenhar nos processos de busca e de exumação?” (Ferrandiz, 2010) para sistematizar os aprendizados produzidos durante o trabalho de acompanhamento e colaboração realizado com o Grupo de Pesquisa em Antropologia Social e Forense (GIASF) em processos de exumação nos estados de Morelos e Coahuila durante os anos 2016 e 2017. A partir da resposta que construímos enquanto grupo às demandas realizadas pelas famílias de pessoas desaparecidas ao conhecimento acadêmico, apresento, aqui, um conjunto de reflexões sobre o lugar desempenhado pelas valas clandestinas e comuns, práticas estas adotadas nos processos de desaparecimento forçado no México, assim como os efeitos simbólicos produzidos pelas covas, os achados e a possibilidade de identificação de pessoas.

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Como Citar
Mendoza, May-ek. 2019. “"CAMINHAMOS, BUSCAMOS E ENCONTRAMOS&quot”;. Abya-Yala: Revista Sobre Acesso à Justiça E Direitos Nas Américas 3 (2), 51-72. https://doi.org/10.26512/abya-yala.v3i1.23713.
Seção
Dossiê