O Projeto Mágico de Nós

uma produção musical independente em Belém do Pará

Palavras-chave: Projeto Mágico de Nós, Produção musical independente, Prática musical, Pará

Resumo

Os avanços tecnológicos influenciaram várias mudanças que ocorreram no mundo nas últimas décadas. A tecnologia trouxe para o ramo da produção musical facilidades possibilitando que vários artistas gravassem e produzissem seus materiais fonográficos. A produção musical independente se valeu do advento da tecnologia para se desenvolver e garantir seu espaço no mercado. Este artigo expõe fatos que marcam o desenvolvimento da produção musical independente no Brasil e em Belém do Pará. Investigar os aspectos que caracterizam o processo de produção musical independente do Projeto Mágico de Nós foi o principal objetivo desta pesquisa. A coleta de dados foi realizada principalmente a partir de pesquisa bibliográfica e entrevista semiestruturada com o mentor do projeto. Belém do Pará tem se destacado como uma capital promissora para o desenvolvimento de projetos musicais independentes que buscam, através da cooperação, fortalecer a cena musical da cidade. Se valendo das facilidades que a internet proporciona, esses projetos vem divulgando seus trabalhos com a finalidade de atrair e construir seus públicos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Azevedo, Rafael José. 2017. “Do brega paraense ao tecnobrega: história e tradição na websérie Sampleados”. Galaxia 35: 80-92. Disponível em http://dx.doi.org/10.1590/1982-2554129873, acessado em 04 jun 2019.

Béhague, Gerard. 1992. “Fundamento Sócio-Cultural da Criação Musical”. Art 19 (ago.): 5-17.

Benevides, R. de F. 2013. “Cenas independentes no Brasil: espaços de produção e de processos de identificação.” In Anais do V Encontro de Pesquisadores em Comunicação e Música. São Luis: MUSICOM.

Blacking, John. 1995. “Music, culture, and experience”. In Music, culture & experience: selected papers of John Blacking, 223-242. Chicago e Londres: University of Chicago Press.

Chada, Sônia. 2007. “A Prática Musical no Culto ao Caboclo nos Candomblés Baianos”. In Anais do III Simpósio de Cognição e Artes Musicais, 137-144. Salvador: EDUFBA.

Cruz, Tadeu. 1997. Sistemas, organização & métodos. São Paulo: Atlas.

Ferraz, Sílvio. 1999. “Criação musical com suporte tecnológico”. In Anais do XII Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-graduação em Música. Salvador: ANPPOM. Disponível em http://anppom.com.br/publicacoes/anais-da-anppom, acessado em 29 dez 2017.

G1. 2017. “Facebook atinge os 2 bilhões de usuários”. Disponível em https://g1.globo.com/tecnologia/noticia/facebook-atinge-os-2-bilhoes-de-usuarios.ghtml, acessado em 05 jan 2018.

Galas, R. 2013. “O conceito de música experimental no ciberespaço: uma pesquisa etnográfica em comunidades virtuais de música”. Dissertação de mestrado, Programa de Pós-Graduação Música em Contexto da Universidade de Brasília. Disponível em http://compmus.ime.usp.br/sbcm/2013/pt/docs/art_tec_8.pdf, acessado em 05 jan 2017.

Lage, Rafael. 2014. Rotas da Música Independente. 1a ed. Rio de Janeiro. Editora Multifoco.

Lemos, Ronaldo, Oona Castro, Alrison Favareto, Reginaldo Magalhães, Ricardo Abramovay, Alessandra Tosta, Elisete Ignásio, Marcelo Simas, Monique Menezes. 2008. Tecnobrega: o Pará reinventando o negócio da música. Belém: Aeroplano.

Merriam, Alan P. 1964. The Anthropology of Music. Chicago: Northwestern University Press.

Mowery, David C. 2009. “Plus ca change: Industrial R&D in the ‘third industrial revolution’”. Industrial and Corporate Change, Volume 18, no. 1: 1-50. Disponível em https://doi.org/10.1093/icc/dtn049, acessado em 04 jun 2019.

Ribeiro, Carlos. 2016. Do Analógico para o Digital: os novos modelos de partilha e venda de música online – plataforma de streaming. Dissertação de mestrado, Instituto Politécnico de Porto Alegre, Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, Porto Alegre.

Rocha, Thiago. 2017. Entrevista concedida a Bárbara Lobato Batista. Belém.

Santana, Fernando. Novo Artista 5 passou para divulgar seu trabalho do zero. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=HSJg2yjeMaU, acessado em 05 Jan 2017.

Santos, Elias, Enderson Oliveira, Mauro Maia. 2011. “Web 2.0, produção e consumo de música na contemporaneidade: uma análise do portal Bel Rock, de Belém do Pará”. In Anais do IV Encontro de Pesquisadores. Recife: Faculdade Boa Viagem. Disponível em http://musica.ufma.br/musicom/trab2011.html, acessado em 01 jan 2018.

Seeger, Anthony. 2008. “Etnografia da música”. Cadernos de campo 17, 230-260. Disponível em https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v17i17p237-260, acessado em 5 maio 2019.

Silva Júnior, F. M. M. 2016. “Na Onda do Streaming: Plataformas Digitais Sonoras no Mercado Musical Brasileiro”. In Anais do XVIII Congresso de Ciências da Comunicação da Região Nordeste. Caruaru: INTERCOM. Disponível em http://www.portalintercom.org.br/anais/nordeste2016/resumos/R52-1314-1.pdf, acessado em 01 nov 2017.

Silva, Victor Hugo Nunes da. 2015. “Homestudio: A produção e difusão da música independente em Belém do Pará por meio das redes sociais”. Trabalho de Conclusão do Curso de Licenciatura Plena em Música, Universidade Federal do Pará.

Silveira, Ericson Ferreira da. 2013. “As NTICs e o Cenário da Produção Musical Independente em Belém, Pará”. Trabalho de Conclusão do Curso de Licenciatura Plena em Música, Universidade Federal do Pará.

Teixeira, Victoria, Rose Pinheiro. 2016. “A era do streaming musical e a sobrevivência da cena independente”. In Anais do XXXIX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. São Paulo: INTERCOM. Disponível em http://portalintercom.org.br/anais/nacional2016, acessado em 27 fev 2017.

Vicente, E. A. 2005. “Música Independente no Brasil: uma reflexão”. In Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências das Comunicações. Rio de Janeiro: INTERCOM. Disponível em http://portalintercom.org.br/anais/nacional2016, acessado em 27 fev 2017.

Vieira, Manuela, Marina Mendes, Allan Filipe Alencar. 2015. “Tecnologias digitais e streaming: a popularização da música paraense através das redes sociais na internet”. Revista Temática 11, no. 06: 16-30. Disponível em www.periodicos.ufpb.br/index.php/tematica/article/viewFile/24611/13441, acessado em 01 nov 2017.

Viveiro, Felipe, Davi Noboru Nakano. 2008. “Cadeia de produção da indústria fonográfica e as gravadoras independentes”. In Anais do XXVIII Encontro Nacional de Engenharia de Produção. Rio de Janeiro: ENEGEP.

Wikipédia. 2019. “Indie folk”. Wikipédia, a enciclopédia livre. Disponível em https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Indie_folk&oldid=54844908, acessado em 02 jun 2019.

Wikipédia. 2019. “Merchandising”. Wikipédia, a enciclopédia livre. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Merchandising, acessado em 02 jun 2019.

Wikipédia. 2019. “Pub”. Wikipédia, a enciclopédia livre. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Pub, acessado em 02 jun 2019.

Publicado
2019-07-05
Como Citar
Batista, Bárbara, e Sônia Chada. 2019. O Projeto Mágico De Nós. Música Em Contexto 13 (1), 100-123. http://periodicos.unb.br/index.php/Musica/article/view/26591.
Seção
Artigos