Aproximações Sociológicas à Noção de Memória em “Cien años de soledad”

  • Lucy Adriana Trujillo Uribe Universidade de Brasilia
Palavras-chave: Memória; cultura; Cien años de soledad; Teoria simbólica; Exocérebro; Teoria histórico-genética.

Resumo

Partindo da ideia de que na novela Cien años de soledad de Gabriel García Marquez existe uma noção implícita sobre o funcionamento da memória, interessa-nos neste texto problematizar dita noção literária em relação às perspectivas sociológicas sobre memória e cultura que desenvolvem Norbert Elias, Roger Bartra e Günter Dux.

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Biografia do Autor

Lucy Adriana Trujillo Uribe, Universidade de Brasilia

Mestranda em Sociologia pela Universidade de Brasília.

Referências

BARTRA, Roger. Antropología del cerebro. Valencia: Pre-Textos, 2006.

BORGES, Jorge Luis, Obras completas. Buenos Aires, Emecé, 1989.

DUX, Günter. Teoría histórico-genética de la cultura. La lógica procesual en el cambio cultural. Bogotá: Ediciones Aurora, 2012.

ELIAS, Norbert. TeoriaSimbólica. Oeiras: Ceuta, 2002.

GARCÍA MÁRQUEZ, Gabriel, Cien años de soledad. Barcelona: Plaza y Janés, 1999 (1967).

HALBWACHS, Maurice.A Memória coletiva.Trad. de Laurent Léon Schaffter. São Paulo, Vértice/Revista dos Tribunais, 1990.

Publicado
2014-11-25
Como Citar
Trujillo Uribe, L. (2014). Aproximações Sociológicas à Noção de Memória em “Cien años de soledad”. Arquivos Do CMD, 2(2). https://doi.org/10.26512/cmd.v2i2.7513